Ex-prefeita de General Carneiro rebate acusações sobre UBS’s

Ex-prefeita de General Carneiro rebate acusações sobre UBS’s

Para prefeitura retomar a obra foi necessário a celebração de um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) com o Ministério Público Federal.

Fernanda Moraes
Redação

Reprodução

Após a Prefeitura de General Carneiro anunciar a retomada das obras e adequações necessárias para o funcionamento de duas Unidades Básicas de Saúde (UBS), a ex-prefeita Magali Vilela rebateu as acusações de supostas irregularidades encontradas em processos licitatórios nas contratações e com má qualidade na execução das obras durante a sua gestão.

Magali afirmou que, ao deixar o mandato em 2016, as duas Unidades Básicas de Saúde (UBS) estavam mobiliadas e em pleno funcionamento, “com prestação de contas feitas ao Ministério da Saúde”. Sobre as irregularidades na licitação, Magali disse não ter conhecimento do que se trata.

A ex-prefeita disse que essas incriminações são resultado de “perseguição política”. Segundo ela, o procurador do município, Ubiratan Barroso, está equivocado, ao dizer que a obra foi interditada pela justiça. Segundo a ex-prefeita, a obra foi embargada pela própria prefeitura, na época por um ex-engenheiro, que atualmente está afastado do cargo.

Ela rebate também a insinuação de que a procuradoria teria buscado a empresa responsável pela obra por oito meses, mas que não havia logrado êxito na tentativa e por isso a prefeitura teria acionado o Ministério Público Federal.

Magali conta que o dono da empreiteira teria sido notificado pela UBS de General Carneiro e realizado as adequações necessárias. Ainda disse que a empresa possui os recebidos da prefeitura para provar.

A ex-gestora disse que no momento que a empreiteira teve conhecimento do fechamento da UBS de General Carneiro, o representante da empresa procurou a prefeitura, e que o órgão disse para que nenhuma interferência poderia ser realizada no prédio, porque o imóvel estaria sob ordem judicial.

Com relação ao bloqueio de bens, referente a locação de uma ‘sala fantasma’, ressaltou que o local esteve em funcionamento e que irá provar a sua inocência. 

D TARTAS

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