Senadores não entram em acordo sobre eleições. Mudança seria uma grave inconstitucionalidade

Senadores não entram em acordo sobre eleições. Mudança seria uma grave inconstitucionalidade

A questão, no entanto, está longe de ser uma unanimidade. O senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), por exemplo, classifica a tese da coincidência de mandato, defendida por Fagundes, como “legítima”, mas para o futuro. “Uma prorrogação de mandatos já votados para além do prazo estipulado me parece, sob o ponto de vista político, um precedente perigoso e, sob o ponto de vista formal, uma grave inconstitucionalidade” – salientou, sendo acompanhado pelos senadores Katia Abreu (PDT-TO), Espiridião Amim (PP-SC) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Já o Senador Wellington Fagundes (PL-MT) parece está perdido. Uma hora e autor da PEC em que pedi a o adiamento das eleições, outra hora fala em precipitação.

Toda via ontem o Senador de MT Wellington Fagundes pediu o adiamento da eleições e hoje em debate com os senadores Alvaro Dias (Podemos-PR) e a Senadora Eliziane Gama (Cidadania – MA), o mesmo já colocou que a ideia da mudança seria precipitada.

Precipitação

Já o senador Wellington Fagundes (PL-MT) considera precipitado o adiamento das eleições sem um indicativo mais forte quanto à evolução da pandemia. O senador disse que a imprevisibilidade também afeta a democracia, “fazendo com que nenhum de nós e a ciência tenhamos certeza do dia de amanhã”, e que a definição do adiamento das eleições, neste momento, poderia criar expectativa na população.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Todos nós somos sabedores da grande mudança que deverá acontecer nas eleições municipais, pois o povo deseja uma resposta as inúmeras irregularidades que aconteceram nestes últimos (04) anos.

O povo nas redes sociais.

As eleições não cria nenhum problema, até porque o vírus não vai atacar por ser eleição, pois é uma situação unica a cada quatro anos, se for assim, teremos que cancelar filas que são periodicas e que ocorre todos os dias, como as filas de pessoas em PSF, Hospitais, bancos, supermercados, farmácias, lotéricas, cartórios e aglomerações em bares etc…

Como todos sabem hoje até a maior paixão do brasileiro volta a acontecer, o futebol começa a voltar ao normal em todo país. Nesta quinta temos o retorno do futebol Carioca, já previsto por teimosia do então Governador de São Paulo João Dória, o campeonato Paulista deve ter retorno no começo de julho.

Uma mudança nas eleições municipais de 2020 poderia colocar toda uma população em choque. Pois seria o mesmo que dizer que o vírus não teria cura. O que sabemos que não e verdade.

Por que o Senador Wellington Fagundes hora ataca de mudança, hora diz em precipitação. Será que o mesmo pensa em uma possível candidatura a prefeito por Rondonópolis ou até mesmo por Barra do Garças.

A Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP) acredita que uma possível prorrogação das eleições para o ano que vem ou depois pode ser prejudicial para a democracia. “Imagina que você é um eleitor de um município, que está vendo que a gestão do prefeito não está adequada, você está aguardando a eleição para que tenha uma alternância no poder, e que de repente o Congresso diga que não vai ser agora, e sim daqui a 2 anos. Isso retira o poder do eleitor, que é o soberano, de escolher quem vai conduzir o município nos próximos dois anos”, argumenta Gabriela Rollemberg de Alencar, secretária geral da ABRADEP.

Por: Wesley Robson / www.aconteceaqui.net

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