Mato Grosso é o estado que mais gerou empregos no Brasil, segundo Caged

Mato Grosso é o estado que mais gerou empregos no Brasil, segundo Caged

As contratações foram nos setores de Serviços e Comércio, construção, indústria e agropecuária

Carlos Celestino
Ao todo, foram registradas 231.212 novas admissões, o que representa aumento de 6,73% – Foto por: Jana Pessôa/Setas MT

Mato Grosso é o estado que mais gerou empregos no Brasil no acumulado do ano, conforme último levantamento do Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério da Economia. Ao todo, foram registradas 231.212 novas admissões, o que representa aumento de 6,73%.

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Cesar Miranda destaca que grande parte das contratações no mercado formal são resultado dos grandes investimentos que o Governo de Mato Grosso vem fazendo nos últimos anos em vários setores da economia, que consequentemente atraiu empresas que se sentem seguras para expandir seus negócios no Estado.

“Temos uma atividade econômica muito forte no agronegócio, mas percebemos que era necessário investir em áreas que trouxessem retornos significativos, assim como investimentos e disponibilização de linhas de crédito, por meio da Desenvolve MT, que serviram para fomentar e dar suporte aos negócios”, afirmou o secretário.

Conforme o Caged, em Mato Grosso, as contratações foram nos setores; Serviços e Comércio representam 76,8%, sendo Serviços (964) e Comércio (588). O setor de Construção criou 416, Indústria (36) e Agropecuária (17). Somente na capital, acumulado de 2021, já são 7.443 novas vagas preenchidas.

O Governo do Estado gerou vagas de trabalho em diversos setores da infraestrutura (obras de restauração e pavimentação) de novas construções de hospitais, escolas e pontes. Essas ações colaboraram para que Mato Grosso fique em 1º lugar no ranking de geração de empregos no país.

As informações sobre o levantamento contendo os dados de todos os estados brasileiros podem ser consultadas na página do Novo Caged, disponível no site do Ministério da Economia.

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